A cana-de-açúcar continua sendo uma das principais forças do agronegócio da Alta Mogiana e tem participação direta na geração de emprego, renda e movimentação econômica dos municípios da região.
A importância regional acompanha a força do setor no Estado de São Paulo. Dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA) mostram que a cana foi responsável por R$ 53,81 bilhões em Valor da Produção Agropecuária paulista em 2025, mantendo-se como o principal produto do agronegócio estadual.
A região de Orlândia, que concentra importantes municípios produtores da Alta Mogiana, aparece entre as maiores produtoras paulistas. No levantamento de junho de 2026, a regional respondeu por aproximadamente 7,5% de toda a produção de cana-de-açúcar do Estado de São Paulo.
A força do setor vai muito além das lavouras. A produção movimenta usinas de açúcar e etanol, empresas de transporte, oficinas, comércio de máquinas e implementos agrícolas, fornecedores de insumos, serviços especializados e centenas de outras atividades ligadas direta ou indiretamente à cadeia sucroenergética.
Além do açúcar e do etanol, a cana também participa da geração de bioenergia, principalmente pelo aproveitamento do bagaço nas unidades industriais.
Para a safra 2026/27, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que somente São Paulo deverá colher cerca de 362,8 milhões de toneladas de cana, confirmando a liderança paulista na produção nacional.
Na Alta Mogiana, portanto, a cana-de-açúcar não representa apenas uma atividade agrícola. É uma cadeia produtiva que influencia a arrecadação dos municípios, o mercado de trabalho, o comércio e o setor de serviços, consolidando-se como um dos principais motores da economia regional.
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Informações: Instituto de Economia Agrícola (IEA), Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo e Conab.


