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F1 estuda volta do reabastecimento e fim de equipes clientes de motores

Veja os melhores momentos do Grande Prêmio da Grã-Bretanha de F1 Mohammed ben Sulayem, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), afirmou no fim de semana do GP ...

Redação

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Publicado em 07 de julho de 2026 às 07:01

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F1 estuda volta do reabastecimento e fim de equipes clientes de motores

Veja os melhores momentos do Grande Prêmio da Grã-Bretanha de F1 Mohammed ben Sulayem, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), afirmou no fim de semana do GP da Grã-Bretanha que a entidade estuda duas possibilidades relacionadas à reintrodução dos motores V8 até 2031, dada como certa pelo dirigente: o retorno do reabastecimento e o fim das equipes clientes na categoria. A informação é da agência de notícias Reuters. Acesse o canal de automobilismo do ge no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google Análise: F1 precisa urgente de uma nova regra para safety car Mangueira de reabastecimento presa na Ferrari de Felipe Massa no GP da Singapura de 2008 EUGENE HOSHIKO/AFP via Getty Images Atualmente, a Fórmula 1 conta com apenas cinco fabricantes de motores: Mercedes, Ferrari, Red Bull-Ford, Audi e Honda. A Mercedes tem quatro clientes (a própria Mercedes, McLaren, Alpine e Williams), enquanto a Ferrari disponibiliza seus motores para três (Ferrari, Cadillac e Haas). A partir de 2029, a Cadillac passará a utilizar unidades de potência próprias. Ben Sulayem afirmou que uma das possibilidades para o futuro é impedir as fornecedoras de produzirem motores para mais de uma equipe, com o objetivo de limitar a influência de uma fabricante sob as demais. Neste cenário, as escuderias também teriam a opção de escolher uma fornecedora independente, aprovada pela FIA e com menor custo. A Red Bull-Ford, por exemplo, produz motores tanto para a Red Bull quanto para a Racing Bulls, que opera como uma espécie de "Red Bull B" na categoria. Ben Sulayem disse que quer evitar que as equipes "A" controlem as subordinadas em temas importantes, como em votações que envolvem todos os times, e citou o exemplo da Cosworth, fornecedora independente que era presença carimbada no grid até 2013, última temporada antes da mudança para os motores híbridos. – Não haverá controle sobre as equipes, a equipe A sobre a equipe B, no que diz respeito ao fornecimento de motores. Se for viável financeiramente, teremos um motor para todas as equipes B, para que ninguém possa pressioná-las e dizer 'votem desta forma ou não lhes daremos um bom motor' – disse. Stefano Domenicali, presidente da F1, e Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA, no GP de Abu Dhabi da F1 2025 Mark Sutton - Formula 1/Formula 1 via Getty Images A ideia da FIA com o retorno dos motores V8 é baratear os custos de produção, reduzir o peso e tornar o ruído mais alto, uma queixa frequente dos fãs da Fórmula 1. Com isso, o plano mais provável é a introdução de um V8 naturalmente aspirado com uma parte elétrica menor. Apesar de menores, esses motores precisariam de mais combustível para funcionar, o que exigiria um tanque maior – isso comprometeria a busca por reduzir o peso do carro. Diante disso, Ben Sulayem acredita que uma alternativa pode ser diminuir os tanques e retornar com o reabastecimento durante as provas, removido da categoria em 2009 devido aos custos e à preocupação com a segurança. – Estamos analisando a questão do reabastecimento neste exato momento. Não é um problema se for feito da maneira certa. Por isso, estamos estudando o assunto. Ainda não há nada definido. Trata-se de reabastecimento com combustível sustentável combinado com eletrificação. Talvez consideremos um nível de eletrificação superior a 10%. Na verdade, continuamos com as opções em aberto – explicou. Durante o GP de Miami deste ano, Ben Sulayem garantiu que a substituição dos atuais motores V6 pelos V8 é apenas uma questão de tempo. O atual ciclo de motores da Fórmula 1 está previsto para vigorar até 2031. No entanto, a categoria pode alterar as regras já em 2030 se contar com o apoio da maioria das fabricantes.

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Esta notícia foi coletada diretamente do portal oficial do Globo Esporte (GE). Você pode acompanhar a cobertura completa e atualizada acessando o artigo original.

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